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Sistema de Exposição Numismática (CCMBR / NumisPlay)







1.  Visão Geral do Sistema

  • 1.1 Objetivo do projeto (educação, cultura e difusão numismática)
  • 1.2 Arquitetura geral do sistema (Nacional + Estadual + Municipal)
  • 1.3 Modelo de escala nacional replicável
  • 1.4 Princípio de baixo custo e alta expansão

2.  Governança do Sistema

  • 2.1 Administração Nacional (CCMBR)
    • Gestão da agenda nacional
    • Direção estratégica
  • 2.2 Administração Estadual
    • Equipe técnica (Cultura, museologia, sociedades numismáticas)
    • Gestão da agenda estadual e itinerância municipal
  • 2.3 Administração Municipal
    • Organizador de eventos
    • Execução operacional da exposição
  • 2.4 Estrutura hierárquica do sistema (Nacional → Estadual → Municipal)

3.  Estrutura Física dos Expositores

  • 3.1 Lote padrão de expositores (10 módulos)
  • 3.2 Composição estrutural (MDF + placas + fotos A4)
  • 3.3 Sistema de montagem e desmontagem
  • 3.4 Logística de transporte e envio
  • 3.5 Padronização e durabilidade do material

4.  Exposição Nacional

  • 4.1 Objetivo estratégico (divulgação e formação de público)
  • 4.2 Conteúdo exclusivamente fotográfico
  • 4.3 Integração com eventos numismáticos
  • 4.4 Uso como pré-evento comercial
  • 4.5 Possibilidade de múltiplos lotes simultâneos

5.  Exposição Estadual

  • 5.1 Objetivo educacional e museológico
  • 5.2 Conteúdo híbrido (fotos + coleção física)
  • 5.3 Gestão por comissão estadual
  • 5.4 Itinerância entre municípios
  • 5.5 Integração com escolas e instituições culturais
  • 5.6 Ausência ou restrições de evento comercial

6.  Sistema de Expansão Nacional

  • 6.1 Fase 1: implantação nacional inicial (credibilidade)
  • 6.2 Fase 2: expansão estadual progressiva
  • 6.3 Fase 3: Atração e cobertura nacional completa
  • 6.4 Estratégia de replicação por estado

7.  Estrutura Financeira e Sustentação

  • 7.1 Custo por lote de exposição
  • 7.2 Produção de baixo custo e escala
  • 7.3 Publicidade e
  • 7.4 Lei Rouanet e incentivos culturais
  • 7.5 Sustentação via eventos comerciais separados

8.  Parcerias Institucionais

  • 8.1 Secretaria Municipal de Cultura (espaços)
  • 8.2 Secretaria de Educação (visitação escolar)
  • 8.3 Comissão estadual (cultura + museologia + numismática)
  • 8.4 Organizadores de eventos (operação local)
  • 8.5 Função de cada parceiro no ecossistema

9.  Programação Cultural

  • 9.1 Palestras presenciais e gravadas
  • 9.2 Ciclo de palestras integradas
  • 9.3 Exibição de vídeos educativos
  • 9.4 Integração com escolas e público jovem
  • 9.5 Conteúdo complementar da exposição

10.  Estrutura de Evento Duplo

  • 10.1 Local de exposição (educacional)
  • 10.2 Local de comercialização (mercado numismático)
  • 10.3 Operação simultânea ou separada
  • 10.4 Fluxo de público entre ambientes

11.  Revista Institucional

  • 11.1 Conteúdo histórico (10 moedas brasileiras)
  • 11.2 QR Code integrado ao CCMBR
  • 11.3 Distribuição com base em patrocínio
  • 11.4 Função educativa e de engajamento

12.  Sistema de Comercialização (Separado da Exposição)

  • 12.1 Evento comercial final (no caso da Nacional)
  • 12.2 Venda de peças numismáticas
  • 12.3 Intermediação de coleções
  • 12.4 Papel da agência numismática estadual
  • 12.5 Monetização indireta da exposição

13.  Fluxo Operacional do Sistema

  • 13.1 Produção do lote
  • 13.2 Distribuição nacional ou estadual
  • 13.3 Montagem e operação local
  • 13.4 Permanência e rotação
  • 13.5 Encerramento e redistribuição

14.  Estratégia de Engajamento de Público

  • 14.1 Escolas e educação formal
  • 14.2 Público cultural e museológico
  • 14.3 Público de eventos e compras
  • 14.4 Conversão para interesse numismático

15.  Modelo de Crescimento do Sistema

  • 15.1 Nacional (curto prazo – prorrogação)
  • 15.2 Estadual (médio prazo – capilaridade)
  • 15,3 Nacional completo (27 estados)
  • 15.4 Escala contínua e replicação

16.  Estrutura de Lastro, Créditos Virtuais e Agência Numismática

  • 16.1 Base de lastro do sistema
  • 16.2 Emissão de Créditos Virtuais
  • 16.3 Circulação e uso de Créditos
  • 16.4 Agência Numismática e Fluxo Operacional

 



Fonte:

Autor do blog: Nilton Romani

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