José Ignacio Pantoja, vice-presidente por Bolívia da 5ª Convenção Internacional de Historiadores e Numismatas – Rio 2025, compartilha sua trajetória no colecionismo, iniciada há mais de uma década. Integrante e ex-presidente do Círculo Numismático de Santa Cruz, destacou a importância do congresso binacional Bolívia–Brasil realizado em 2024 e o crescimento das redes internacionais de colaboração. Enfatiza que a numismática é aprendizado constante e convida a comunidade internacional a participar da convenção no Rio de Janeiro, reforçando o papel histórico da Bolívia na história monetária mundial.
Na série de entrevistas de apresentação dos vice-presidentes da 5ª Convenção Internacional de Historiadores e Numismatas – Rio 2025, promovida pela Sociedade Numismática Brasileira, foi apresentado José Ignacio Pantoja, vice-presidente por Bolívia.
Colecionador há cerca de 12 anos, José Ignacio iniciou sua trajetória como muitos numismatas: reunindo moedas de forma intuitiva, organizando-as em pequenos recipientes, movido pela curiosidade e pela paixão pela história. Naturalmente, com o tempo, compreendeu a necessidade de evoluir no cuidado, catalogação e preservação das peças.
Residindo inicialmente em Sucre e atualmente em Santa Cruz de la Sierra, encontrou no Círculo Numismático de Santa Cruz — hoje fundação — um espaço de crescimento coletivo. Sob a influência de líderes locais, como Jurgan Ferrufino, integrou-se ao grupo, aprofundou seus estudos e posteriormente assumiu a presidência da instituição.
Em 2024, teve papel central na organização do Primeiro Congresso Binacional Bolívia–Brasil, realizado em parceria com membros da sociedade brasileira. O encontro, inicialmente planejado como uma reunião entre colegas, cresceu de forma significativa, reunindo participantes não apenas da Bolívia e do Brasil, mas também do Peru, Chile e Argentina. O evento consolidou laços acadêmicos, promoveu palestras técnicas e incentivou a participação de jovens estudantes, ampliando o alcance educativo da numismática.
José Ignacio também integra a Academia Numismática Internacional, reforçando o compromisso com a pesquisa e a cooperação global. Para ele, a numismática é um campo de aprendizado contínuo, onde ninguém é detentor absoluto do conhecimento, pois sempre há novas descobertas, variantes e interpretações históricas a serem exploradas.
Ao convidar colecionadores e pesquisadores para a Rio 2025, destaca a importância da troca de experiências, da convivência internacional e da valorização do patrimônio histórico monetário — especialmente considerando o papel histórico da Bolívia e do Cerro Rico de Potosí na produção de prata que abasteceu o mundo.
A expectativa é de que a convenção no Rio de Janeiro consolide ainda mais essa rede internacional de colaboração, fortalecendo a pesquisa, a amizade e a preservação da memória monetária ibero-americana.
José Ignacio Pantoja, vice-presidente por Bolívia da 5ª Convenção Internacional de Historiadores e Numismatas – Rio 2025, compartilha sua trajetória no colecionismo, iniciada há mais de uma década. Integrante e ex-presidente do Círculo Numismático de Santa Cruz, destacou a importância do congresso binacional Bolívia–Brasil realizado em 2024 e o crescimento das redes internacionais de colaboração. Enfatiza que a numismática é aprendizado constante e convida a comunidade internacional a participar da convenção no Rio de Janeiro, reforçando o papel histórico da Bolívia na história monetária mundial.
Autor do blog:
Nilton Romani